Eu pulando de galho em galho, sem agasalho
Eu de cabelo jogado, roupa amassada, grisalho
Eu querendo tropeços, dispensando a queda.
Na queda de braço sem fim da felicidade,
Quero abraço sem fim, de verdade.
Eu tentado, tonto de tanto tentar
Eu tendo sorte demais nos jogos de azar
Eu querendo teu corpo, querendo encorpar.
Na quebra do copo, limpando alguns cacos.
Verdade, quero sem fim os abraços.
E deixo tudo nas mãos do destino,
Ainda acho que ele existe.
Você malcriada, criando desculpas
Toda amassada, Jogada com as roupas
Querendo trapaças, dispensando a voz rouca.
No cabo de guerra sem fim da sua paz
Eu pra você tanto faz.
Você nem tenta, de tão tonta que é
Com sorte do surto não surtir em nada
Tudo pelo fim de algum conto de fada.
De tanto ganhar, só sabe hoje se perder
E não faz diferença, eu e você.
Com certeza existe o destino
Ele não deve ter mãos...
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