quinta-feira, 21 de junho de 2012

Não,Não


Não,Não a magoe tanto assim.
Ela é a única que não te faz mal
Diminua o volume das suas palavras
Gritos diretos,silêncio sem direção...
Fuja enquanto dá tempo,
Enquanto o tempo te dá...
A chance perdida não se encontra mais
Quanto tempo faz?
Não é mais como se escrevesse
Amor de cartas
É como se rasurasse
O que a paixão pintou..
O que você penteou,decifrou,coloriu
A piada que ela mais riu
A viagem,sobremesa,o rio
Verão e o frio.
Viram o frio,congelou-se paixão.
Nada mais pinta..
Ponta do lápis,que escreve cartas de amor.
Quebrou.
Não,Não faça tanto mal a ela,
Ela é a única que não te magoa,
Mude a direção dos seus gritos,
Pois foi você que sempre foi indireto...
Já não tem como fugir
O tempo não tampa,tampouco teme
Ele te mostra que você falhou
Ele rasgou o mais belo envelope...
E o rio,a sobremesa,a piada,é viagem...
Ao tempo em que o tempo era bom
Ao tempo sem frio e verão.
Da pintura de cabelos ao vento
Da declaração,que pra longe voou...
Não decifrou,descoloriu
Congelou ao estar por um fio...
É hora de se decidir
A chance dá chance,de encontrar
Algo perdido,algum lugar
Quem sabe o motivo,pra se entender.
Não,não é hora de chorar
Ela é a única que ainda chora por você...

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