Como você quer que eu esqueça tudo que você me fez?
Se o que eu hoje sou,é obra tua...
Se pelo que chorei,foi riso teu..
Se fui tão sua,enquanto me esquecia...
Como não lembrar de quando me encantava?
De quando me cantava
De quando me contava,
As belas coisas do teu amor...
Teu falso amor...
Como não chorar lembrando dos sorrisos?
Não consigo achar,o que foi perdido..
O que foi pedido,implorado..
Acabado,nas suas vírgulas...
Como ser diferente agora?
Se você congelou o que havia de calor
Se minha pedra aqui no peito,
tanto bate,ate que fere...
Você fugiu,quando eu te achava coragem
Você fingiu,quando eu te achava verdade
Você forjou,quando eu te achava claro
Você se escondia,quando eu te achava...
Claro!
Como você quer que eu esqueça tudo que você me fez?
Se eu era tua obra,e hoje nada sou
Se meu riso tão alto,hoje é choro baixinho
Se esqueceu de ser meu,no meio do caminho..
Se me dei conta,que os encantos que me soprava
Era só uma lábia que me cantava..
Que as belas coisas do falso amor,
Eram só teus lábios,na hora do recreio...
Um dia quero sorrir lembrando dos choros...
Me perder há de ser bom,eu acho...
Mas eu imploro,
Acabe com suas vírgulas...
Amanhã quem sabe,alguém te derreta
Quem sabe amanhã,alguém te derrote
E nesse dia,enfim
Vou por uma pedra na minha ferida.
Coragem e verdade
É o que sempre te faltou,
E por ironia,é o que hoje me falta...
De seguir em frente,e sair do escuro
É claro que um dia eu consigo,
Se você ainda quiser que eu esqueça tudo o que você me fez...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
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