Sem motivo,ficar de mal
De malas prontas pra viajar
Na noite uma pizza,um suco,um beijo
De dia um jogo,que não consegue jogar...
Sem ninguém ver,beber no gargalo
Gargalhadas de escandalizar
O jeito de jogar o cabelo pro lado
Ladeira abaixo sem saber frear...
A cantoria das velhas canções
Os filmes,que ninguém vai filmar
O carinho,na batata da perna
Batata frita,com sorvete a rimar
Aquela blusinha rosa tua
Toalha que esquece de levar
Livros que tem e nunca lê
Leite morno antes de deitar
O casaco velho de lã
Lâmpada que esquece de apagar
A pagar as contas,deixa pra amanhã
Manhã de preguiça,pra se levantar...
Brincadeiras tontas e tanta briga
Brigadeiro que adora esquentar
Milhares de momentos de amor
A mordida,que brinca de dar..
Tão sem graça dava risada
Rosada de envergonhar
Tão fria,fingindo que é
Tão quente,a se bronzear..
As fofas dobras e mangas
Mania de tudo limpar
Lembrando consegue esquecer
O que a memória não consegue apagar...
O medo do que vai sentir
O lado melhor pra sentar
O calo que machuca seu pé
Me calo,pra não te estressar...
Seu doce e gostoso perfume
Fume,se não puder evitar
Levite comigo nas noites frias
Que o edredom não for enroscar...
É tudo saudade de coisa pequena
São todos detalhes,a nos detalhar
Foi tudo verdade,naquele tempo
Tempo em relógio,que insiste atrasar...
Volta de vez,que estou por aqui
Naquela pracinha de namorar
Logo adiante,o relógio adianto
Sonhando que isso,possa adiantar...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
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